Multidões de Amigos
Quantos amigos tens no Facebook? E no Instagram? No Twitter? Quantas pessoas lêem o teu blogue?
E a quantos desses "amigos" te apetece contar o que se passa na tua vida? Não estou a falar de acontecimentos do quotidiano como o livro que estás a ler, o gelado que comeste à beira-mar, e de todas as outras publicações que fazes para mostrares o quanto "és feliz".
Estou a falar daqueles momentos de extrema felicidade (ou de extrema tristeza), aqueles momentos que podem mudar a tua vida. Aqueles momentos em que nada está nas tuas mãos e que só te resta esperar pelo melhor.
Há momentos em que não queres contar a ninguém. Porque quem não sabe, não estraga.
Mas há momentos em que até gostarias de ter com quem partilhar o que te vai na vida. O que te vai na alma. E no fim, dás conta que não tens ninguém. Não há ninguém para compartilhar os momentos felizes da tua vida. Nem os momentos tristes.
E mais triste que isso, é saberes que és aquela pessoa em quem os outros descarregam as suas preocupações, frustrações e tristezas, e que no entanto, quando tentas desabafar, tudo o que ouves é "Deixa lá! Isso passa!". Ou então, és aquela pessoa que se interessa pela vida dos outros, e ficas felizes com as suas conquistas e quando és tu que consegues algo, ouves "não fizeste mais do que te competia!"
É triste. Vivemos rodeados de tecnologia criada para aproximar as pessoas, mas que na realidade, só afastou os afectos.
Vivemos rodeados de pessoas, e só nos rodeamos de animais, porque são aqueles que nos dão o amor, sem pedir nada em troca.
E a quantos desses "amigos" te apetece contar o que se passa na tua vida? Não estou a falar de acontecimentos do quotidiano como o livro que estás a ler, o gelado que comeste à beira-mar, e de todas as outras publicações que fazes para mostrares o quanto "és feliz".
Estou a falar daqueles momentos de extrema felicidade (ou de extrema tristeza), aqueles momentos que podem mudar a tua vida. Aqueles momentos em que nada está nas tuas mãos e que só te resta esperar pelo melhor.
Há momentos em que não queres contar a ninguém. Porque quem não sabe, não estraga.
Mas há momentos em que até gostarias de ter com quem partilhar o que te vai na vida. O que te vai na alma. E no fim, dás conta que não tens ninguém. Não há ninguém para compartilhar os momentos felizes da tua vida. Nem os momentos tristes.
E mais triste que isso, é saberes que és aquela pessoa em quem os outros descarregam as suas preocupações, frustrações e tristezas, e que no entanto, quando tentas desabafar, tudo o que ouves é "Deixa lá! Isso passa!". Ou então, és aquela pessoa que se interessa pela vida dos outros, e ficas felizes com as suas conquistas e quando és tu que consegues algo, ouves "não fizeste mais do que te competia!"
É triste. Vivemos rodeados de tecnologia criada para aproximar as pessoas, mas que na realidade, só afastou os afectos.
Vivemos rodeados de pessoas, e só nos rodeamos de animais, porque são aqueles que nos dão o amor, sem pedir nada em troca.
Obrigada por ler este texto! (e mais algum que lhe apeteça) :)
Beijos, Abraços e “muitos palhaços” = “muitos sorrisos” !
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